Podemos verificar que a segregação do território é amplamente orquestrada pelo capitalismo, sendo que, os frutos são para poucos.
Sempre haverá a necessidade do uso de energia, e difícil de obtê-la, a não ser buscar nos recursos que nosso ambiente dispõe. A utilização e o fornecimento de energia nos dias atuais são primordiais. Da maneira que conhecemos são causadores dos maiores impactos ambientais até mais do que qualquer outra atividade humana. Por estes fatos, esses problemas passaram à esfera dos interesses políticos e assunto para debates, criando um novo panorama geopolítico global.
Não se pode mais separar a natureza dos processos sociais. Na medida em que os processos políticos e sociais atuam na produção do espaço, aparece os conflitos que nada mais é que o interesses das relações de poder. O ordenamento do território é um processo dinâmico que resulta de um jogo de poder entre o Estado, as Empresas e outros interesses como, o do capitalismo.
Com as novas exigências, a ECO-92 indicou que fosse feito um ordenamento territorial que incorporasse o mecanismo de regulação do uso do território, com algumas recomendações, eficiência do uso dos recursos, ou seja quanto menos energia for utilizada, menos matéria prima será necessária, manter as condições políticas e sociais e a adversidade de recursos, uma nova abordagem de planejamento. Estas decisões tiveram seu papel ratificado na Rio+20 com outro modelo, “ O Desenvolvimento Sustentável,” usar com cautela os recursos, para que as próximas gerações tenham a possibilidade de usufruir. Entretanto, o resultado obtido nesse evento, não foi o esperado, e mais uma vez a patente ficou com a força do capital.
A Lei 6938/81, prevê padrões de qualidade ambiental, zoneamento, avaliação desses impactos, e o cuidado com as atividades poluidoras. Zoneamento é um instrumento de organização do território a ser obrigatoriamente seguido sobre atividades públicas e privadas, assim garantindo os recursos hídricos do solo e atentando para o desenvolvimento sustentável. A partir de estudos ficou evidente que as temperaturas do planeta estava se alterando. Com o advento da Revolução Industrial aproximadamente nas décadas de 1980 e 1990, foram as mais quentes do séc XX.
Os estudiosos do assunto, com a colaboração do IPCC (Intergovernamental Panel on Climate), acredita que ao permanecer o Aquecimento Global, os elementos climáticos entrarão em novos padrões, assim como, aumento da frequência dos eventos climáticos, aumento do nível dos oceanos, redução da água potável devido a invasão da salinidade, alteração e redução da diversidade biológica, mudanças na vocação agrícola e aumento das doenças tropicais.
Assim, da maneira que os estudiosos colocam, o Aquecimento Global, pode está em um processo contínuo, e se não houver estudos avançados, contínuos e a colaboração da humanidade esse processo está longe de ser controlado. Embora os céticos não acreditem nessa versão. Nós não devemos descartar a posição destes (céticos), eles também tem suas explicações para este fenômeno.





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